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"... Por conseguinte, é bastante concebível que tampouco o sentimento de culpa produzido pela civilização seja percebido como tal, e em grande parte permaneça inconsciente, ou apareça como uma espécie de mal-estar, uma insatisfação, para a qual as pessoas buscam outras motivações."

Freud, Sigmund - O mal-estar na civilização, Edição Standard das Obras Completas de S. Freud, vol. XXI - pág.160, Imago Editora, Rio de Janeiro, 1974.
opcionalmente inclua ao final da introdução: leia mais...

Os iluministas (século XVIII) acreditavam que os avanços no campo da ciência, da tecnologia e produtividade trariam somente benefícios para a vida da sociedade, inclusive atendendo aos anseios de felicidade, ao bem-estar subjetivo e a realização existencial dos homens. A razão daria conta de tudo. Mas não foi bem assim.

Nascemos e vivemos mergulhados numa dada Cultura. A Cultura produz discursos e um sistema de crenças e valores, que incorporamos e reproduzimos, na maioria das vezes sem perceber e questionar, de forma automática. Todos nós sujeitos estamos inscritos de uma forma específica, num determinado momento histórico, que tem suas características próprias e que nos dá um lugar e nos define.

A função da terapia é ajudar as pessoas na busca de suas verdades,

Atender celular, passar torpedos, redigir e-mail, pesquisar no Google, falar no Skype, atualizar o Twitter, colocar fotos no Facebook, jogar videogame, tudo ao mesmo tempo e agora

O que é a Terapia de Casal e para que serve?

A terapia de casal trabalha o tipo e a qualidade do vínculo entre os parceiros, a história da relação, e se propõe a evidenciar a dinâmica emocional que os une, revelando seu contrato inconsciente, as expectativas e os ideais de cada um (realistas ou ilusórios), suas frustrações.


A vida é uma experiência compartilhada. Nenhum de nós vive sozinho. A vivência com outros seres humanos nos enriquece e nos faz crescer. Precisamos das outras pessoas. Um bebê não sobrevive sem a ajuda de um adulto. A família é a primeira célula social com a qual interagimos em nossa vida.

Homens e mulheres estressados ou à beira de um ataque de nervos

A globalização provocou mudanças profundas na economia. Os efeitos dessas mudanças se fizeram sentir nas empresas e na vida das pessoas. Ondas de demissões levaram os funcionários remanescentes ao enfrentamento de uma verdadeira maratona de trabalho, quando assumiram, mesmo a contragosto, urna sobrecarga para compensar os demitidos. Temendo o desemprego, esses trabalhadores, muitas vezes insatisfeitos e estressados, agarraram se

A adolescência é uma invenção relativamente recente. É uma instituição historicamente determinada, um fenômeno da Modernidade, que atinge o jovem do Ocidente por ocasião da eclosão da puberdade, quando, por falta de dispositivos sociais em geral presentes nas sociedades pré-modernas ou não ocidentais, a passagem da criança ao jovem adulto se tornou problemática.

Texto escrito para palestra por Carmen Cerqueira Cesar, baseado em:
Kehl, Maria Rita, “Deslocamentos do Feminino”, Imago, Rio de Janeiro, 1998
André, Serge, “O que quer uma mulher?” Jorge Zahar, Campo Freudiano no Brasil, Rio de Janeiro, 1986

A Cultura produz discursos. E o ser humano, seja ele homem ou mulher, está imerso na Cultura. Quando nascemos, já existe um discurso que pré-existe ao nosso nascimento.

No primeiro ano de vida do bebê é de fundamental importância sua relação com a mãe. O papel do afeto na relação mãe - bebê cria um clima emocional favorável sob todos os aspectos para o desenvolvimento da criança. Cria um mundo completo de experiências úteis. A atitude emocional materna, seus afetos, servirão para orientar os afetos do bebê e conferir qualidade de vida à sua experiência.

VENHO PENSANDO E FALANDO MUITO, ultimamente, sobre este "novo homem" que se define às portas do século XXI, muitas vezes sofrido, mas que, corajosamente, tenta redefinir sua identidade. Mudou o mundo, mudaram as mulheres. As ideias feministas tomaram as devidas proporções, passados os exageros. Mas toda uma organização social mudou em função de uma nova organização econômica. Padrões machistas de comportamento não se sustentam mais.

Só quem tem a coragem de reconhecer suas limitações consegue amar incondicionalmente o filho e ajudá-lo a tomar as rédeas de sua vida.

Nos primeiros tempos de vida de uma criança seu primeiro objeto de amor é a mãe. Com ela a criança estabelece uma relação quase fusional, porém necessária para a sua constituição. A mãe investe seu bebê amorosamente, transmitindo-lhe as primeiras marcas em seu psiquismo, pela fala, pelo toque, fundando o narcisismo primário.

A família tem um papel fundamental na constituição do sujeito humano. Ela é a base de sustentação do indivíduo e seu modelo de identificação. É raiz, referencial, ponto de partida. Indica rumos, valores, a direção a seguir. A família imprime marcas, define traços, que, ao longo da vida, serão naturalmente questionados pelo indivíduo, no seu processo de crescimento.

O processo de envelhecimento é complexo e apresenta aspectos físicos, sociais e psíquicos. O homem, desde que nasce, começa a envelhecer. Porém, os efeitos do envelhecimento passam a ser sentidos, de fato, a partir dos 60, 65 anos.

A demanda da cultura contemporânea globalizada é a da completude, da realização, da excelente performance. Nos ideais que circulam via esse discurso, nada pode faltar. Valores idealizados, incutidos em nós nos dizem o tempo todo que temos que ser boas em tudo: mães, esposas, companheiras, amantes, profissionais, ter o corpo perfeito, o casamento perfeito, filhos perfeitos.

Pesquisas recentes detectam uma verdadeira epidemia de depressão nos séculos XX e XXI. Depressão é diferente de tristeza, pesar, luto. Estes fazem parte da vida e a gente tem que lidar com eles. Depressão não - é doença e pode ocorrer com qualquer pessoa, em qualquer idade. Mas felizmente pode ser tratada, curada ou controlada.

Existem pessoas que por medo de não serem amadas dizem sim a tudo. Com medo da rejeição, quase nunca expressam suas verdadeiras opiniões. Mesmo frente a pessoas invasivas, são incapazes de colocar limites. Deixam-se invadir, engolem sapos, acabam fazendo o que não desejam.

Foi-se o tempo em que estar solteira significava ser volúvel, rejeitada, ou simplesmente “encalhada”. Hoje em dia felizmente as mulheres não precisam mais se sentir pressionadas a casar e ter filhos. Há 50 anos atrás quem não se casasse era mal-visto ou "tinha algum problema": "solteirona" era o termo pejorativo usado para definir a mulher que chegasse aos 30 sem se casar. Já um homem solteirão tinha um pouco mais de status, era um "bon vivant", sinônimo do cara que aproveitava a vida.

O assédio moral não é um fenômeno novo. No Brasil, o tema passou a ser discutido com seriedade há pouco tempo quando em Agosto de 2000 foi publicado o livro da psicanalista francesa Marie France Hirigoyen, “Assédio Moral - A violência perversa no cotidiano”, editora Bertrand e em 25/11/2000 saiu uma matéria na Folha de São Paulo (coluna de Mônica Bergamo).

Parece incrível! Conquistamos uma vida mais longa, porém temos menos possibilidades de aproveitá-la...

A tecnologia está aí para nos servir, mas somos nós que servimos a ela, nas suas apressadas e múltiplas solicitações simultâneas...

Apresentação em Grupo de Estudo
Bibliografia: “O pai e sua função em Psicanálise”, Joel D’Or, Jorge Zahar editor


A noção de pai no campo conceitual da Psicanálise funciona como um operador simbólico que ordena uma função - Função Paterna - e não remete necessária e exclusivamente à existência de um pai encarnado. De fato, nada pode garantir que esta encarnação corresponda seguramente à consistência de um pai investido de seu legitimo poder de Intervenção do ponto de vista do Inconsciente.

Para Freud o primeiro objeto de amor, tanto da menina como do menino, é a mãe. No caso do menino, ele ama a mãe e rivaliza com o pai. Pelo temor da castração ele vai recalcar esse amor pela mãe e sair do Édipo. É como se o pai lhe dissesse “esta mulher não pode, mas poderá todas as outras". Desta forma, haverá a identificação com o pai e estará aberto seu caminho para a masculinidade.

A família, a criança e o sintoma

Não dá para fa­lar de criança e seu sintoma sem falar da família. Na verdade, todas as famílias têm problemas, mal-entendidos, coisas veladas. Não existe perfeição, mas é importante poder pensar sobre certas questões. A ajuda de um terapeuta em muitos casos é necessária. A criança pode apresentar sintomas como distúrbios escolares, de comportamento, além de sintomas físicos, como enxaqueca, insônia, enurese, encoprese, alergias, asma, bronquite, etc.

Uma criança é trazida para análise pelos pais com uma queixa. A queixa parental encobre com freqüência sintomas mais sérios, ou pelo menos diferentes daqueles que motivaram a consulta. A queixa é geralmente dos pais/da escola, o sintoma é da criança, uma questão que ela vai formular em análise. O sintoma causa um sofrimento ao sujeito, é um incômodo vital.